Charlie and Cassid

Charlie and Cassid

sábado, 10 de abril de 2010

THE FIRST NIGTH

"... enfim acordou.
Seus olhos não mais viam o mundo como antes, seu paladar estava amargo e o frio do inverno de Amsterdã não mais o incomodavam. Seria assim que Charlie viveria por todo o sempre... Era o fim de uma vida e o começo de uma eternidade...
estava sedento, sabia que bebidas alcoólicas, agua, nem nada do tipo poderia satisfazê-lo.. de alguma forma já sabia que não era mais o mesmo e saiu para a caça.
Sentia uma vontade enorme de atacar alguém, estava escorado na janela do segundo andar de sua casa.. de lá via uma mulher passar, sentia o cheiro de seu perfume, ouvia seu sangue pulsando e em um acesso de fúria pulou...
Caiu de uma altura de mais de três metros, intacto e cada vez menos consciente... se esgueirava até a mulher, estava furtivo, furtivo o suficiente que nem mesmo ele sentia mais sua presença.. a mulher resolve cortar caminho por uma ruela, coitada, assinara ali seu contrato com a morte...
Charlie sabia o que tinha de ser feito, suas presas antes retraídas, já eram visíveis e seus olhos em vermelho sangue mostravam sua natureza assassina... mostravam o monstro o qual havia se tornado.
ele então ataca a mulher com toda a sua força e em uma velocidade sobrehumana, rasgou a blusa dela com a Mao esquerda enquanto tapava a boca dela com a direita.. lambia seu pescoço, estava sentindo a excitação da caça, um prazer nunca sentido antes.. o terror nos olhos de sua vitima o levava a um clímax maior que todas as transas de sua vida mortal, era um prazer incontestável, inexplicável.. algo que só se sente quando está morto, se é um monstro...
ele começa então a conversar com sua vitima. Ainda tapando sua boca começa a sussurrar perversões em seu ouvido, levando de leve a mão sobre a cocha daquela loira linda a qual ele havia se apossado, subindo lentamente por dentro de sua saia.. sabia exatamente onde chegar e sabia também que ela já estava entregue a perdição, encrava finalmente suas presas em seu pescoço...
Sentia o prazer que passava para a vítima, sua mão continuava a subir, chegando então a virilha, onde começou a acariciá-la, ouvindo seus gemidos de prazer.. seus olhos agora completamente tomados de prazer ainda demonstravam terror, mesmo assim o prazer era maior e ela parecia entorpecida, não tinha mais condições de gritar ou resistir, queria mais e mais.. se antes era uma santa não se podia saber, mas agora com certeza não passava de uma vadia..
Charlie a beijava, ainda com a boca cheia de sangue, sua mão estava encharcada, assim como a calcinha da vitima.. começava a pensar em como poderia fazer aquilo para sempre, chegara ao ponto que sempre sonhou..
estava finalmente satisfeito, havia apenas duas escolhas para a vitima... morrer ou virar escrava de um vampiro.
Se a mulher de antes escolheria a morte, com certeza depois de experimentar tamanho prazer, para ela só restava uma saída: A imortalidade... "

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