" Mal a noite começava e ele já estava atras de alimento, analisava cada pessoa até o mais intimo de sua alma, aprendera esta tecnica por si proprio, sabendo que a proxima vez que cedesse aos instintos e ao ego, poderia nao aparecer ninguem para salvá-lo...
A vitima perfeita parecia sair daquele pequeno bar. Chorando, corria pelas ruas com as maos no rosto sem medo de ser atropelada ou assaltada, estava desesperada, desiludida... prato feito para um assassino como ele.
A noite era dele, alimento e talvez um algo a mais pudesse surgir daquela vitima, linda e seu perfume corporal ainda dizia que era virgem... com certeza o mais puro sangue era o melhor para seu paladar, nao poderia deixar escapar essa presa...
A aproximaçao foi rapida, pôs-se a frente dela, que bateu em seu corpo robusto e caiu sentada no chao... sua silhueta era como a de um anjo, seu rosto puro fazia com que ele hesitasse um pouco... ainda havia algum traço humano nele...
mesmo assim ela era seu alvo mais excitante ate ali.. e nao poderia deixá-la escapar...
Estende a mão de forma sutil com um sorriso convidativo porem sutil em seu rosto, aquele demonio, aos olhos da pobre menina era seu salvador, seu principe encantado, só nao conseguia ver o cavalo branco... ele sutilmente se apresenta e se oferece para levar a jovem para casa.. ela hesita um pouco, mas nao conseguia resistir ao charme de um vampiro devorador de almas... ninguem pode.
Nao, nao era um cavalo branco, mas sim uma moto negra como a mais pura maldade, seus olhos nao mais enxergavam o obvio e sua vida estava condenada...
cruzaram quase meia cidade até chegarem a uma casa linda, nao muito grande, nao muito pequena, na verdade um sobradinho, entraram e um certo ar nostalgico se criou naquele ambiente... A jovem entra no banheiro para tirar a maquiagem borrada pelas lagrimas enquanto o vampiro sentava em seu sofa levando aquela xicara de café preto à sua boca...
levanta-se calmamente e vai em direçao ao banheiro, ela estava com seu rosto lavado, ma ainda chorava muito... ele entao abraça a jovem tomando seu fragil corpo com seus largos braços, dando graças a deus pela falta de reflexos em espelhos ser apenas uma lenda criada pelos proprios vampiros...
ela estava assustada, ele por sua vez sussurrava em seu ouvido, dizendo que enquanto ele estivesse ali ela nao precisaria ter medo...
Mal sabia ela que ali, o medo seria algo salvador...
ele a vira para si e beija seus labios, abraçando-a com força, seus olhos vermelhos como sangue ja estavam, demonstrando a excitaçao de sua primeira virgem, sentia uma grande culpa enegrecendo ainda mais a sua alma...
ele entao começa a acariciar seus seios, a jovem começa a sentir um pouco de medo, porem sentia uma confiança inexplicavel naquele homem, ela o queria embora nem soubesse se seu nome era verdadeiro.
Lentamente, descia sua mao e sutilmente levantava sua saia, deitando-a no sofa, que lembrava muito o mesmo sofa, onde se tornou o que é atualmente...
Ela sentia cada vez mais medo e cada vez mais vontade de se entregar àquele homem, um mixto de sentimentos que a deixavam cada vez mais excitada, nao raciocinava direito, só pensava no que poderia acontecer, nao imaginava o que seria, mas tinha a impressao de que a marcaria por toda a eternidade...
Ele beijava agora seu pescoço, olhava dentro de seus olho enquanto abria sua blusa e desabotoava seu sutia... calmamente, beijava seu torax e lambia seus mamilos, massageando de leve seus lindo seios, nem pequenos, nem grandes de mais... sabia exatamente o que o namorado dela estava perdendo naquele momento beijando uma vagabunda qualquer dentro de um bar vagabundo... ja esteve antes no lugar dele, mesmo assim nao sentia qualquer remorso em relaçao aos dois... ela parecia feliz, hesitava em beber seu sangue.. estava decidido.. o faria na hora em que ela virasse mulher...
faltava pouco para ela se entregar totalmente ao vampiro.
suava frio, estava assustava, excitada, apreensiva, porem muito feliz.. aquele homem estava tratando-a como uma princesa, prestes a se tornar rainha..
Ele beijava agora seu abdome, acariciava sua perna, subindo sua mao ate sua virilha, sentia que a calcinha dela já estava molhada, sabia que nao haveria oposiçao dali a frente, e começa a tirar sua saia e a masturbá-la...
era um lugar nunca antes alcançado, estava cada vez mais assustada e cada vez mais excitada.. se entregava cada vez mais, sentia seu coraçao apertar, enquanto batia cada vez mais rapido..
Ele tirava sua camisa e seu cinto enquanto voltava a beijá-la, desceu novamente ate sua virilha e voltou a beijar seu abdome, descendo cada vez mais, até que finalmente tirou sua calcinha, ja esperava certa oposiçao, entao como um verdadeiro principe voltou a beijá-la e olhar dentro de seus olhos ternos, acariciando seu lindo e suado cabelo castanho, acariciava seu rosto, passava tranquilidade, ela entao começa a participar ativamente, acariciando seu rosto e enrolando seus dedos nos negros cachos de seu cabelo comprido, ela entao o beija, estava condenada, assinava ali sua sentença de morte...
enquanto se beijavam, Charlie voltava a masturbá-la... voltou entao para a virilha, onde comelou a lambê-la toda, era algo que ela nunca havia experimentado, alias tirando o baijo, nenhuma daquelas caricias ou sentimentos kaviam sido sentidos até entao...
Ele entao segura pela nuca e devagar a trazia contra seu peito, deitando no sofa e a colocando sobre si... ela estava assustada, era inexperiente, mas aos poucos se soltava e fazia tudo instintivamente, beijando seu pescoço, acariciando seu peito... enquanto o vampiro desabotoava sua calça.. ela sabia o que ele queria e mesmo assustada, queria aquilo... lentamente o beijava, descendo cada vez mais... abaixou um pouco sua calça e mesmo sem saber direito o que fazer começou a masturbar o vampiro e lamber de leve seu "principe encantado"... aos poucos ia chupando tudo como se ja fizesse aquilo a anos, estava envergonhada, mal conseguia olhar para Charlie, mas estava gostando daquilo, nao sabia o que fazer dali em diante, continuava entao o que estava fazendo, Charlie entao segura seus cabelo e começa a conduzí-la, como se ensinasse o modo certo, ela estava insegura quanto aquilo, mas se deixava conduzir por ele.
ele levanta e volta a deitá-la no sofá, estava na hora... ele abre as pernas dela com delicadeza e vai introduzindo dentro dela, ao mesmo tempo que retrai suas presas ele a morde antes de penetrar completamente, queria beber seu sangue ainda virgem... ela entao se perde em extase, eram dois prazeres jamais sentidos antes, com certeza aquela noite ela nao esqueceria jamais caso sobrevivesse...
sentia seu sangue esvaindo de seu corpo, porem nao estava mais com medo... estava feliz por ter encontrado ele, que estava disposto a nao mais matá-la... quase tres horas após uma intensa troca de prazeres, o sol ja começava a aparecer e Charlie é entao obrigado a revelar sua verdadeira natureza... a garota estava completamente apaixonada e nem mesmo aquilo poderia assustá-la, nao sendo Ele o vampiro... Sim, a proxima noite prometia e ele mal poderia esperar..."
domingo, 25 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Vivo? Charlie acorda...
"... Ainda com o corpo muito queimado, Charlie começa a recobrar a consciência e percebe estar em um lugar parecido com uma antiga catedral.
Não sabia se havia sonhado ou não no momento em que perdeu completamente os sentidos, porem uma coisa era certa, estava a salvo e querendo vingança...
poucos minutos após acordar, um homem aparentando uns vinte e poucos anos se aproxima dele e começa a derramar um liquido vermelho pelo seu corpo que começa a arder como se estivesse queimando novamente...
- Mas que merda é essa. - Grita Charlie irritado, porem ainda com os movimentos limitados. - Está querendo me matar?
O homem limita-se apenas a olhar para ele e sorrir como se fossem velhos amigos... então a dor para e sua capacidade de regeneração aumenta perceptivelmente, dando a ele uma sensação de anestesia, permitindo-o levantar por suas próprias forças...
- Permita-me apresentar. - Dizia o homem. - Sou Van Kerrier, líder de um grupo que combate o despotismo da Camarilla...
Os dois então começam a conversar e Charlie já estava quase curado por completo, quando de repente o pivô de tudo entra no salão principal da catedral...
Cassid vestia um longo vestido preto, seu cabelo estava preso com rabo de cavalo e por um breve momento o fez lembrar daquela que o trouxe àquele mundo de monstros e terror.
Ela o agradece por tê-la protegido e o beija, segurando sua mão e o levando para conhecer os arredores da igreja sinistra, que ao invés de anjos, tinha como pintura corpos mutilados, pessoas em chamas e outras imagens tão ou mais sádicas...
Após alguns minutos estavam todos reunidos.. o grupo tinha algo em torno de dez homens apenas, no entanto eles pareciam muito mais assustadores e perigosos do que a boate lotada de vampiro a qual estivera anteriormente.
Se perguntava se ainda estava em Amsterdã, ou ate mesmo na Holanda e como se tivesse lido sua mente, o homem que se apresentara como Gabriel: O Grande, diz estarem sob as ruas de Amsterdã, talvez mais abaixo até mesmo do que qualquer um poderia imaginar...
No entanto, Charlie não estava preocupado com apresentações ou agradecimentos, tampouco com o motivo pelo qual ouviram sua cria e o salvaram da morte e a única coisa que pensava era em arrancar com suas próprias mãos a cabeça daquele maldito vampiro que se auto denominava o príncipe..."
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Um Classico.. Entrevista com o vampiro.. foda d+
http://www.megaupload.com/?d=6V8CGKKH
filme foda de mais..
conta muito sobre vampiros e talz.. bem interessante...
muito melhor q essa merda d crepusculo onde os vampiros sao viadinhos...
aki vampiro eh macho porra. e as femeas sao fods d mais..
filme foda de mais..
conta muito sobre vampiros e talz.. bem interessante...
muito melhor q essa merda d crepusculo onde os vampiros sao viadinhos...
aki vampiro eh macho porra. e as femeas sao fods d mais..
SALVATION
"... e lá estava ele, deixado a beira da praia para morrer... aqueles raios solares não eram ainda capazes de matá-lo, mesmo assim a dor que sentia era maior do que ele poderia suportar..
Por todo o seu corpo, já haviam queimaduras de terceiro grau.. a dor era insuportável, um cheiro de carne queimada que nem mesmo ele poderia suportar...
Sempre soube que Deus nunca esteve ao seu lado, mesmo assim tinha alguma esperança de que sairia vivo dali...
Não podia mais aguentar tanta dor e já lutava para não desmaiar a mais de meia hora, porém não parecia mais ser capaz de suportar aquilo.. sofria muito e já estava quase desistindo de tudo...
Naquele momento apenas o ódio mantinha suas forças... seus músculos queimados e definhados não eram capazes de quebrar as correntes ou os pregos que o prendiam àquela cruz...
Estava quase desmaiando quando ao longe vê um carro parando.. um carro preto de vidros fumê, aparentemente preparado para não deixar passar nenhuma luz solar e a última coisa que consegue ver antes de desmaiar é Cassid, sua cria saindo do carro com mais três homens...
Dois deles se encarregam de quebrar as correntes enquanto o outro, de estatura mais alta e mais robusto que os outros quebra a cruz e carrega o já desmaiado vampiro no ombro..
Sim, ele estava vivo e sendo resgatado... mas não acabava ali... muito pelo contrario.. o ódio em seu coração apenas estava sendo guardado para que ele destruísse aqueles que tentaram destruí-lo...."
sábado, 10 de abril de 2010
MAIS UMA NOITE EM AMSTERDÃ
"Faz mais de um mês e Charlie já está acostumado à vida de vampiro, aliás andar pelas noites sempre foi sua primeira escolha, agora tornou-se apenas obrigação..
Ele só não fazia ideia que até mesmo os vampiros tinham leis e diferente das leis humanas, o não cumprimento das mesmas poderia resultar na sua morte...
Foi numa certa noite chuvosa, que Charlie percebeu estar sendo observado.. isso o incomodava, mas não sabia quem ou quantos eram. Começou a caçar aqueles que o caçavam, até encontrar aquele que o faria mesmo depois de morto, curvar perante si...
Como de costume, procurava lindas jovens para degustar de seu sangue, uma em particular chamou-lhe a atenção naquela noite.. parecia que ela o procurava, ela o queria e aquilo atiçava o ego do recém vampiro. Seu ego era tão grande que nem ao menos percebeu se tratar de uma armadilha... ao contraio das outras vitimas, Charlie optou pela arte da conquista, arte essa a qual modéstia a parte ele era bom mesmo nos tempos de vida, porem um destino mais obscuro que a própria morte o aguardava.
Ela era filha do Príncipe da cidade, posto mais alto ocupado na sociedade vampírica.
Ele é claro, não fazia ideia de quem era a donzela e começou a cortejá-la, parecia um lorde, no entanto o trabalho dela era de seduzi-lo e isso parecia já ter acontecido.
Ela o chama para um clube noturno. Ele ainda cego pela beleza e vontade de conquistá-la cede a seus encantos e segue com a jovem para o leito de sua segunda morte...
Isabelle era seu nome, tão lindo quanto os longos cachos ruivos e seus olhos cor de mel. Charlie parecia em transe, não prestava mais atenção em seu redor e não percebia que naquele local ela era a única humana presente..."
O BOTE...
"O clube estava lotado de vampiros, demorou, mas ele percebeu que algo estava estranho e que todos os olhares estavam voltados para ele.
De repente, a musica para e um corredor é aberto, no centro está ele e a jovem, no fim estava um homem aparentando seus trinta e poucos anos, trajando uma roupa social com um blazer por cima.
O homem caminhava e todos ao seu redor se curvavam perante ele, que finalmente estava frente à frente com o mais novo vampiro de Amsterdã.
- Curve-se criança. - Pedia ele.
Porém Charlie se recusava, não entendia o motivo de tamanha arrogância, ousava inclusive a desafiar aquele homem, que mesmo contrariado não perdia a compostura...
Charlie então ouve uma voz ecoando em sua mente. Era uma voz ameaçadora, que o fez tremer diante daquele homem e mesmo contra sua vontade curva-se diante daquele ser.
- Hoje, irmãos daremos as boas vindas a um novo membro. - Nascido de uma senhora profana, porém ainda um irmão...
Aquelas palavras o fizeram lembrar da noite em que foi transformado, no sofá de sua casa, mas aquela que o dera a imortalidade não estava lá e no fundo ele já sabia qual tinha sido seu destino.
- Criaste um membro sem permissão, deves matá-la se ainda quer manter sua não vida.
Ele sabia exatamente o que aquele homem queria dizer, se recusava a matar sua nova companheira e uma vontade de atacá-lo pela sua arrogância crescia ainda mais em seu coração sombrio de vampiro, mesmo assim era incapaz de levantar sequer um dedo contra aquele homem, só não sabia o porque...
Charlie ainda consegue levantar-se, afirma que não matará aquela que "salvou" da morte, mesmo ouvindo que a recusa resultaria em sua morte...
O resultado é eminente, Charlie é atacado e deixado no chão para que pudesse implorar pela sua vida, no entanto já havia morrido uma vez e não temia uma segunda chance de morrer...
O ato corajoso foi reconhecido pelo Príncipe Athos, mas isso não o livrou de seu destino...
Ainda atordoado da surra que levou, sem nem mesmo conseguir contar quantos vampiros o atacaram, Charlie é levado à beira da praia e crucificado... os primeiros raios solares já raiavam quando todos se foram, o deixando esfolado e pregado como Jesus na cruz, largado na praia para morrer... os primeiros raios de sol queimavam sua pele, seu rosto... mesmo com poucas energias a dor das queimaduras o faziam gritar, agonizando, mas nunca implorando por sua vida... desta vez era realmente o fim..."
THE FIRST NIGTH
"... enfim acordou.
Seus olhos não mais viam o mundo como antes, seu paladar estava amargo e o frio do inverno de Amsterdã não mais o incomodavam. Seria assim que Charlie viveria por todo o sempre... Era o fim de uma vida e o começo de uma eternidade...
estava sedento, sabia que bebidas alcoólicas, agua, nem nada do tipo poderia satisfazê-lo.. de alguma forma já sabia que não era mais o mesmo e saiu para a caça.
Sentia uma vontade enorme de atacar alguém, estava escorado na janela do segundo andar de sua casa.. de lá via uma mulher passar, sentia o cheiro de seu perfume, ouvia seu sangue pulsando e em um acesso de fúria pulou...
Caiu de uma altura de mais de três metros, intacto e cada vez menos consciente... se esgueirava até a mulher, estava furtivo, furtivo o suficiente que nem mesmo ele sentia mais sua presença.. a mulher resolve cortar caminho por uma ruela, coitada, assinara ali seu contrato com a morte...
Charlie sabia o que tinha de ser feito, suas presas antes retraídas, já eram visíveis e seus olhos em vermelho sangue mostravam sua natureza assassina... mostravam o monstro o qual havia se tornado.
ele então ataca a mulher com toda a sua força e em uma velocidade sobrehumana, rasgou a blusa dela com a Mao esquerda enquanto tapava a boca dela com a direita.. lambia seu pescoço, estava sentindo a excitação da caça, um prazer nunca sentido antes.. o terror nos olhos de sua vitima o levava a um clímax maior que todas as transas de sua vida mortal, era um prazer incontestável, inexplicável.. algo que só se sente quando está morto, se é um monstro...
ele começa então a conversar com sua vitima. Ainda tapando sua boca começa a sussurrar perversões em seu ouvido, levando de leve a mão sobre a cocha daquela loira linda a qual ele havia se apossado, subindo lentamente por dentro de sua saia.. sabia exatamente onde chegar e sabia também que ela já estava entregue a perdição, encrava finalmente suas presas em seu pescoço...
Sentia o prazer que passava para a vítima, sua mão continuava a subir, chegando então a virilha, onde começou a acariciá-la, ouvindo seus gemidos de prazer.. seus olhos agora completamente tomados de prazer ainda demonstravam terror, mesmo assim o prazer era maior e ela parecia entorpecida, não tinha mais condições de gritar ou resistir, queria mais e mais.. se antes era uma santa não se podia saber, mas agora com certeza não passava de uma vadia..
Charlie a beijava, ainda com a boca cheia de sangue, sua mão estava encharcada, assim como a calcinha da vitima.. começava a pensar em como poderia fazer aquilo para sempre, chegara ao ponto que sempre sonhou..
estava finalmente satisfeito, havia apenas duas escolhas para a vitima... morrer ou virar escrava de um vampiro.
Se a mulher de antes escolheria a morte, com certeza depois de experimentar tamanho prazer, para ela só restava uma saída: A imortalidade... "
Seus olhos não mais viam o mundo como antes, seu paladar estava amargo e o frio do inverno de Amsterdã não mais o incomodavam. Seria assim que Charlie viveria por todo o sempre... Era o fim de uma vida e o começo de uma eternidade...
estava sedento, sabia que bebidas alcoólicas, agua, nem nada do tipo poderia satisfazê-lo.. de alguma forma já sabia que não era mais o mesmo e saiu para a caça.
Sentia uma vontade enorme de atacar alguém, estava escorado na janela do segundo andar de sua casa.. de lá via uma mulher passar, sentia o cheiro de seu perfume, ouvia seu sangue pulsando e em um acesso de fúria pulou...
Caiu de uma altura de mais de três metros, intacto e cada vez menos consciente... se esgueirava até a mulher, estava furtivo, furtivo o suficiente que nem mesmo ele sentia mais sua presença.. a mulher resolve cortar caminho por uma ruela, coitada, assinara ali seu contrato com a morte...
Charlie sabia o que tinha de ser feito, suas presas antes retraídas, já eram visíveis e seus olhos em vermelho sangue mostravam sua natureza assassina... mostravam o monstro o qual havia se tornado.
ele então ataca a mulher com toda a sua força e em uma velocidade sobrehumana, rasgou a blusa dela com a Mao esquerda enquanto tapava a boca dela com a direita.. lambia seu pescoço, estava sentindo a excitação da caça, um prazer nunca sentido antes.. o terror nos olhos de sua vitima o levava a um clímax maior que todas as transas de sua vida mortal, era um prazer incontestável, inexplicável.. algo que só se sente quando está morto, se é um monstro...
ele começa então a conversar com sua vitima. Ainda tapando sua boca começa a sussurrar perversões em seu ouvido, levando de leve a mão sobre a cocha daquela loira linda a qual ele havia se apossado, subindo lentamente por dentro de sua saia.. sabia exatamente onde chegar e sabia também que ela já estava entregue a perdição, encrava finalmente suas presas em seu pescoço...
Sentia o prazer que passava para a vítima, sua mão continuava a subir, chegando então a virilha, onde começou a acariciá-la, ouvindo seus gemidos de prazer.. seus olhos agora completamente tomados de prazer ainda demonstravam terror, mesmo assim o prazer era maior e ela parecia entorpecida, não tinha mais condições de gritar ou resistir, queria mais e mais.. se antes era uma santa não se podia saber, mas agora com certeza não passava de uma vadia..
Charlie a beijava, ainda com a boca cheia de sangue, sua mão estava encharcada, assim como a calcinha da vitima.. começava a pensar em como poderia fazer aquilo para sempre, chegara ao ponto que sempre sonhou..
estava finalmente satisfeito, havia apenas duas escolhas para a vitima... morrer ou virar escrava de um vampiro.
Se a mulher de antes escolheria a morte, com certeza depois de experimentar tamanho prazer, para ela só restava uma saída: A imortalidade... "
STARTING
"Charlie Donnovan Ricksen dormia tranquilamente, quando de repente sua campainha começa a tocar. Com certeza a última coisa que aquele vagabundo queria era ser acordado, principalmente após a Heroína diária de cada dia.
Ainda com sono, dor e muito puto, por ser importunado àquela hora da noite, pega sua glock e vai até a porta... era uma linda jovem, ela já estava caída no chão e as coisas mais sórdidas já passavam pela cabeça dele...
- Essa é minha noite. - Pensava ele.
E realmente era, uma noite a qual lembraria por toda a eternidade...
Ele tira a roupa molhada dela e a deixa apenas de calcinha e sutiã no sofá de sua casa, pega um pacote de camisinha no armário do banheiro e volta para a sala.
A garota não está mais no sofá. segue então na direção da cozinha e lá estava ela, agachada no chão comendo seu cachorro.
- What the Hell! - Gritava ele, pegando uma faca e indo em direção da garota louca.
Ela por sua vez, o olhava com olhos de perversão, suas presas e seus olhos vermelhos mostravam toda sua natureza maligna escondida em um corpo "frágil" e um rosto inocente.
Charlie então se dá conta da experiência que teria aquela noite.
- Largue a faca, vamos dançar a luz da lua. - Dizia ela.
Instintivamente, o maior vagabundo de Amsterdã larga a faca e segura a jovem por de trás de sua nuca beijando-a de forma selvagem. A jovem por sua vez tirava sua camisa enquanto se beijavam a caminho da sala, onde Charlie Van Ricksen perderia o que sobrou de humanidade, após uma vida perdida entre drogas, sexo e violência...
E foi naquele sofá, que ele teve a maior experiência sexual de sua vida...
Ambos ardentes de paixão, sexo, transavam enquanto ela, com suas presas o mordia e dava a ele um prazer maior que o próprio sexo, que durou a noite inteira...
Na noite seguinte, Charlie Van Ricksen acordou não mais humano, sem ter qualquer sinal de sua amada e com uma imensa sede de sangue..."
Ainda com sono, dor e muito puto, por ser importunado àquela hora da noite, pega sua glock e vai até a porta... era uma linda jovem, ela já estava caída no chão e as coisas mais sórdidas já passavam pela cabeça dele...
- Essa é minha noite. - Pensava ele.
E realmente era, uma noite a qual lembraria por toda a eternidade...
Ele tira a roupa molhada dela e a deixa apenas de calcinha e sutiã no sofá de sua casa, pega um pacote de camisinha no armário do banheiro e volta para a sala.
A garota não está mais no sofá. segue então na direção da cozinha e lá estava ela, agachada no chão comendo seu cachorro.
- What the Hell! - Gritava ele, pegando uma faca e indo em direção da garota louca.
Ela por sua vez, o olhava com olhos de perversão, suas presas e seus olhos vermelhos mostravam toda sua natureza maligna escondida em um corpo "frágil" e um rosto inocente.
Charlie então se dá conta da experiência que teria aquela noite.
- Largue a faca, vamos dançar a luz da lua. - Dizia ela.
Instintivamente, o maior vagabundo de Amsterdã larga a faca e segura a jovem por de trás de sua nuca beijando-a de forma selvagem. A jovem por sua vez tirava sua camisa enquanto se beijavam a caminho da sala, onde Charlie Van Ricksen perderia o que sobrou de humanidade, após uma vida perdida entre drogas, sexo e violência...
E foi naquele sofá, que ele teve a maior experiência sexual de sua vida...
Ambos ardentes de paixão, sexo, transavam enquanto ela, com suas presas o mordia e dava a ele um prazer maior que o próprio sexo, que durou a noite inteira...
Na noite seguinte, Charlie Van Ricksen acordou não mais humano, sem ter qualquer sinal de sua amada e com uma imensa sede de sangue..."
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